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Pets no carnaval? Veja cuidados e riscos de levar cães aos bloquinhos

Especialista alerta que deixar os animais em casa pode ser a melhor opção; caso contrário, confira dicas para deixá-los mais confortáveis.

confortáveis
Com a chegada do carnaval e dos blocos de rua, muitas pessoas desejam curtir a folia, mas não querem deixar seus pets sozinhos em casa. Por isso, acabam optando por levar o animal para a festa.

O especialista em comportamento animal Cleber Santos alerta, no entanto, que essa pode não ser a melhor escolha. “Na grande maioria, os animais vão se comportar de uma maneira muita agitada”, explica.

Segundo ele, é comum que os cães estranhem o ambiente nesse tipo de situação e, por isso, podem ter medo, se estressar e até mesmo morder outras pessoas.

Ainda assim, caso o tutor escolha levar o pet para o bloquinho, existem alguns cuidados importantes a serem tomados. Confira:

Local adequado
Dos megablocos às marchinhas, existem muitas opções para diferentes tipos de foliões. Para os que vão acompanhados dos cães, é importante avaliar e escolher um bloco que tenha um espaço mais adequado para o animal.

Segundo Cleber, a preferência deve ser para locais espaçosos, com grama e árvores, para que o cachorro tenha mais espaço e possa ficar na sombra também.

“Procurar um horário mais cedo, com menos pessoas e um local mais reservado, onde o cão não fique no meio da ‘muvuca’, porque o risco de pisarem nele é grande”, diz.

O asfalto quente pode ser um fato de risco para os cachorros que acompanharem os tutores no carnaval.

Coleiras e guias
É importante também se atentar aos cuidados com a mobilidade do cão. “O ideal é sempre na coleira ou na guia muito bem ajustada. O cachorro no colo tem um risco de fuga muito grande”, alerta. Ele explica que os cães podem se assustar com algum barulho, pular e sair correndo, por exemplo.

“O colo também não é indicado porque se o cão estiver com medo e estiver no colo, ele vai estar recebendo um reforço positivo em uma situação de medo ou estresse. Isso pode desencadear um problema comportamental”, completa.

Calor e hidratação
O calor também é um fator de risco: ele vem do asfalto quente, do sol e da grande quantidade de pessoas juntas no mesmo lugar.

Com isso, Cleber aponta que levar bastante água e hidratar o cão com frequência são atitudes essenciais para amenizar o desconforto.

Cuidados com resíduos

Serpentinas, confetes, lantejoulas e outros tipos de resíduos fazem parte do carnaval, mas é preciso estar atento a eles também. “Se o cão ingeri-los, isso pode tanto intoxica-los, como gerar algum tipo de problema gástrico”, diz o especialista.

Uma dica, segundo ele, é levar o cachorro em uma guia mais curta, que permita segurá-los e impedi-los de lamber ou engolir o que estiver no chão.

Barulho
Nos bloquinhos, é inevitável estar perto do barulho, mas procurar um local mais afastado, no qual o animal não fique tão perto de uma caixa de som ou de instrumentos, por exemplo, é importante.

“Lembrando que o cão chega a escutar 25 vezes mais que a gente, então estar ali do lado de um trio elétrico, do lado de um bloco com um barulho muito grande pode causar estresse ou problema auditivo”, explica o especialista.

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